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terça-feira, 17 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
A devoção
Confirmei ontem a tese que formulei a partir do momento em que deixei de simplesmente conhecer Beach House para começar a nutrir pelo trabalho deles uma espécie veneração (coisa que aconteceu talvez no espaço de uma semana) - tenho sempre uma experiência de deleite como se da contemplação de uma epifania se tratasse. Será?
Por isso, qualquer comentário a respeito do concerto de ontem ou soaria a crítica pseudo-erudita ou a qualquer coisa do domínio da devoção inveterada (o trocadilho, devoção e tal. Não?)
Posto isto, apenas a dizer que ontem apenas faltou uma Childhood e uma Home Again. Qualquer coisa de onírico. Absolutamente onírico.
Por isso, qualquer comentário a respeito do concerto de ontem ou soaria a crítica pseudo-erudita ou a qualquer coisa do domínio da devoção inveterada (o trocadilho, devoção e tal. Não?)
Posto isto, apenas a dizer que ontem apenas faltou uma Childhood e uma Home Again. Qualquer coisa de onírico. Absolutamente onírico.
p.s. A Jana desenhou-me uma caveira. Arrepiei-me no D.A.R.L.I.N.G.
domingo, 16 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
el perro
Estou a faltar a duas aulas (em simultâneo) mas parece que não estou muito ralada, ora não me tivesse deparado com isto:
El Perro del Mar
3 de Dezembro - Cabaret Maxime
(Recorda-se que a 4/12 Lykke Li actuará no S.Jorge)
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
the freaks
Falta menos de uma semana para o concerto da Aimee Mann e parece que vai ser o primeiro a que vou sózinha. É irónico. Durante algum tempo julguei que poderia ser eu a salvar os 'freaks who suspect they could never love anyone'. Hoje, numa conversa sobre a postura blasé e arrogante dos críticos e artistas, ouvi, "acho que vais ser assim daqui a uns anos". Não desdenhei. Afinal a freak sou eu.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
A casa da praia
A melhor coisa que me aconteceu este ano. Apetece-me dizer palavrões de alegria. Por causa deles.


Beach House
16 de Novembro
Cabaret Maxime
Que se lixem os Sigur Rós e a Joan. Sorry. Amores não se discutem.
domingo, 24 de agosto de 2008
I want to see people
Joan As Police Woman - Sigur Rós
9 de Novembro - 11 de Novembro
Centro Cultural Olga Cadaval - Campo Pequeno
E agora? A hipótese de ir aos dois está, infelizmente, de fora.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Eu quero tudo distorcido
Misantropo, egocêntrico, arrogante, cínico, intelectual. O grande compositor da música pop dos últimos 10 anos e muito provavelmente dos que ainda aí vêm, traz a trupe hoje à Aula Magna, na apresentação do brand-new Distortion.
O indivíduo de figura pacata e tímida, mas que escreve linhas como "the cactus where your heart should be has lovely little flowers so though it's always pricking me, my ardor never sours" ou "'Caution: to prevent electric shock do not remove cover, no user-serviceable parts inside refer servicing to qualified service personnel' Let this be the epitaph for my heart".
O homossexual despudorado que diz coisas como "Tenho a certeza que todas as mulheres pensam e desejam isso: ter uma vida sexual melhor, sentirem-se desejadas, ter mais dinheiro. Aliás os homens também desejam ter bom sexo e ganhar mais dinheiro. Porque não combinar as duas coisas?"
O indivíduo de figura pacata e tímida, mas que escreve linhas como "the cactus where your heart should be has lovely little flowers so though it's always pricking me, my ardor never sours" ou "'Caution: to prevent electric shock do not remove cover, no user-serviceable parts inside refer servicing to qualified service personnel' Let this be the epitaph for my heart".
O homossexual despudorado que diz coisas como "Tenho a certeza que todas as mulheres pensam e desejam isso: ter uma vida sexual melhor, sentirem-se desejadas, ter mais dinheiro. Aliás os homens também desejam ter bom sexo e ganhar mais dinheiro. Porque não combinar as duas coisas?"
terça-feira, 10 de junho de 2008
sábado, 31 de maio de 2008
Sing one for me
"As pessoas entusiasmadas porque ela não saía do palco, ela que não saía do palco porque as pessoas estavam entusiasmadas, estranha rapariga de feições estranhamente belas e vincadas, que agradecia mais e mais, essa rapariga de quem gostamos porque sofreu, de quem gostamos porque se engana e pede desculpa, de quem gostamos e que aplaudimos porque teve a coragem da sua fragilidade."E, como diz o Mexia, foi isto. O swing, o jazz, o soul power, o sapateado arrojado, mas tímido, a comprovar que mais do que uma jukebox ambulante é uma under cover lady como talvez não víamos desde Mitchell ou Janis. Até o espanhol saiu bem.
Depois disto, não fiz falta nenhuma em Animal Collective.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Chocolate ácido
Ao falarmos das contemporâneas formas de jazz - e aqui invoco nomeadamente o acid e o nu jazz - é incontornável a referência a nomes como Nicola Conte (que passará este sábado pelo Bairro Alto), Jazzanova, Koop ou The Cinematic Orchestra, que, muito devido às belíssimas compilações de Saint-Germain de Près-Café nos têm ao longo dos últimos anos dado a conhecer os nomes do jazz lounge electrónico. E se há nomes que, como estes, são já sobejamente conhecidos para os apreciadores do género (e aqui poderíamos mesmo chegar ao limite de questionar se os franceses Air se podem enquadrar nesta vanguarda do jazz, como será abordado num post posterior) outros há que têm permanecido algo na penumbra, não obstante a sua qualidade amplamente defendida pela crítica internacional e até mesmo pela inclusivé passagem no nosso país no final de 2006 (julgo). Falamos dos De Phazz - abreviatura de Destination Phuture Jazz - grupo alemão, numa menção a um dos seus melhores albúns, Death By Chocolate, de 2001, no qual, para além de jogarem com os ritmos quase downtempo do lounge, recorrem de forma elegante às sonoridades latinas e até mesmo ao trip-hop.quinta-feira, 20 de março de 2008
O Boom da Meia Noite
Indie rock pós-Punk. Alison Mosshart viciante. Muito viciante.Do brand new Midnight Boom da dupla The Kills, a ouvir o albúm na íntegra, aqui fica "Cheap and Cheerful".
Passam pela Casa da Música a 12 de Abril.
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Para aparvalhar
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Playing Cat on my Jukebox
Se 2007 foi uma mão cheia de bons concertos, para 2008 muito mais não poderíamos pedir. Mas com o regresso ao estúdio de bandas como The Cure, R.E.M., Portishead, Led Zeppelin, RATM, Franz Ferdinand e Radiohead, as esperanças dos menos ou mais contidos aprendizes da melomania não se acomodou ao "Ah! foi tão bom". Com efeito, grandes nomes de entres estes já confirmaram a sua passagem pelo nosso país. Mas, hoje, faço aqui, no Les Vancaces de Hegel, destaque a um clã muito peculiar do cenário musical - os singers/songwriters. As petições para o retorno do senhor de Songs From a Room já circulam, Nick Cave e as suas sementes mafiosas já garantiram que dia 21 de Abril passam por Lisboa, Feist (para júbilos de muitos broken hearts) também virá cantarolar-nos umas baladas ajazzísticas, e agora a grande diva Chan Marshall anuncia que trará os seus amigos para ao palco da Aula Magna subirem na qualidade de Cat Power.
Lançando um breve olhar sobre o mais recente albúm da cantora norte-americana, Jukebox é um disco de covers ao jeito de Chan, que embora não contendo temas irreconhecíveis como o Satisfaction de The Covers Record, ainda assim não é parco na transfiguração. A abrir, um arrebatador som groove do clássico de Sinatra, New York, Nem York, seguido de uma balada quase soul em que a voz límpida e sensual de Cat repete: I love you / I love you baby /But you've got to understand / When the Lord made me /He made a ramblin' woman / He made me. E, claro, o predilecto folk que surge em temas como Silver Stallion e Lord, Help The Poor & Needy. Uma boa selecção de temas, que vai desde Dylan (de quem faz duas versões I Believe In You e Song To Bobby), a Janis (Woman Left Lonely), passando por Mitchell (e pelo seu mítico Blue ) e que só poderia resultar nisto: uma Jukebox perfeita, cheia de soul power, em que mais do que covers, temos "uncovers". E quando um artista aceita o desafio de pegar numa música de sua autoria, como Chan o faz com Metal Heart, não muito mais se pode dizer senão que, ao jeito de Billie Holiday, "Cat Power I'm so completely yours".
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
O que um fato azul cheio de lantejoulas, uns sapatos dourados e uns cinco acordes de guitarra podem fazer
Após a recente vitória da cantora canadiana Leslie Feist no Shortlist Music Prize - prémio atribuído anualmente a albúns que tenham vendido menos de um milhão de cópias nos EUA (no ano passado Cat Power venceu com o soberbo The Greatest-) - por The Reminder de 2007 (batendo nomes fortes, e não menos merecedores do galardão, como Arcade Fire, LCD Soundsystem, M.I.A., Wilco ou Spoon) em que constam êxitos como "My Moon, My Man", "1234" ou "Intuition", aqui fica o belíssimo vídeo de "1234" (premiado para um Grammy) em que Feist se assume como a rapariga doce que pode escrever canções melencólicas e alegremente soturnas (recordemos "Gatekeeper" de Let It Die) e ser, ainda assim, uma Diva.
Feist passará por Portugal nos dias 10 e 11 de Junho, no Coliseu do Porto e Aula Magna, respectivamente, para apresentar o albúm premiado.
Feist passará por Portugal nos dias 10 e 11 de Junho, no Coliseu do Porto e Aula Magna, respectivamente, para apresentar o albúm premiado.
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